Sim, confesso, tenho negligenciado o blog.
Juro que a culpa não é minha.
Ou que a culpa é só minha.
Mas fazer o que?
Meu cérebro se esvaiu e pifou.
Não tenho nada, nada, nada para postar aqui.
Ou tenho, mas a preguiça me consome.
Mas não se sintam abandonados, não são só vocês que são deixados de lado.
Vocês podem perceber pela quantidade de filmes das listas que as coisas andam complicadas.
Continuo aqui postando sempre que possível.
Talvez amanhã mesmo.
segunda-feira, abril 28, 2008
sábado, abril 12, 2008
Top´s Vol. 2
Top Fontes de Cafeína (Por gosto pessoal):
Coca-Cola.
Café.
Guaraná.
Chocolate.
Comprimidos.
Chá.
Top Coca-Cola (Por Fábrica):
Ribeirão Preto.
Marília.
Farroupilha.
Maringá.
Porto Alegre.
Salvador.
Jundiaí.
Top Coca-Cola (Por Tipos de Embalagem):
Garrafa de vidro pequena.
Garrafa de vidro grande.
Lata.
Garrafa de plástico.
Máquina (Copo).
Top Países que Eu Gostaria de Visitar:
Reino Unido.
Estados Unidos.
Portugal.
Itália.
Dinamarca.
Noruega.
Polônia.
Marrocos.
Chile.
África do Sul.
Uruguai.
Áustria.
Top Pesadelos Bizarros:
Ser perseguido por um palhaço nazista gigante, que colocava as pessoas em um saco.
Visitar a Terra com a Battlestar Galactica e ser atacado por corpos/zumbis nus de mulheres e crianças.
Ser perseguido em um prédio por robôs assassinos do espaço.
Tentar salvar pessoas em um prédio que estão sendo perseguidas por um assassino psicopata e seu cúmplice anão, disfarçado de policial, ao mesmo tempo em que tento capturar/matar o ajudante anão e o assassino.
Top Secreto:
A.
D.
E.
B.
C.
Top Secreto 2:
A.
B.
D.
C.
Coca-Cola.
Café.
Guaraná.
Chocolate.
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Top Coca-Cola (Por Fábrica):
Ribeirão Preto.
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Garrafa de vidro pequena.
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Lata.
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Top Pesadelos Bizarros:
Ser perseguido por um palhaço nazista gigante, que colocava as pessoas em um saco.
Visitar a Terra com a Battlestar Galactica e ser atacado por corpos/zumbis nus de mulheres e crianças.
Ser perseguido em um prédio por robôs assassinos do espaço.
Tentar salvar pessoas em um prédio que estão sendo perseguidas por um assassino psicopata e seu cúmplice anão, disfarçado de policial, ao mesmo tempo em que tento capturar/matar o ajudante anão e o assassino.
Top Secreto:
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D.
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B.
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Top Secreto 2:
A.
B.
D.
C.
terça-feira, abril 01, 2008
+ Filmes ou The Dark of the Matine
Whatever.
9.
33.
Flashback:
"Os filmes estão na ordem em que foram assistidos [...] e acompanhados de uma classificação que vai de uma (*) a cinco (*****) estrelas. Essa classificação é apenas um indicativo de quanto eu gostei do filme, não é nem de longe uma análise. Alguns filmes vem acompanhados do símbolo #, isso quer dizer que foi a primeira vez que eu o assisti, e os que possuem refilmagens ou mais de uma versão estão seguidos da data da versão assistida.Os filmes que eu assisti mais de uma vez esse ano foram colocados apenas uma vez."
-----------------------------------------
Sangue Negro ***** #
Os Incríveis *****
Jogos de Poder **** #
Eu, Meu Irmão e Nossa Namorada ** #
Rambo IV ** #
No Vale das Sombras ***** #
Na Teia da Aranha ***
A História Sem Fim ***
Valente **** #
9.
33.
Flashback:
"Os filmes estão na ordem em que foram assistidos [...] e acompanhados de uma classificação que vai de uma (*) a cinco (*****) estrelas. Essa classificação é apenas um indicativo de quanto eu gostei do filme, não é nem de longe uma análise. Alguns filmes vem acompanhados do símbolo #, isso quer dizer que foi a primeira vez que eu o assisti, e os que possuem refilmagens ou mais de uma versão estão seguidos da data da versão assistida.Os filmes que eu assisti mais de uma vez esse ano foram colocados apenas uma vez."
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domingo, março 30, 2008
Fernanda
Capítulo Um
No campo vivia uma garota sozinha. Sozinha como eu era só.
Isso me assustava.
Deslocada, como eu, vivia em medo.
Medo de si, medo de todos.
Caminhando só pela rua recebia olhares e cochichos de reprovação. Já se acostumara.
Seus fones, seus melhores amigos, a acompanhavam.
Se escondendo em si mesma, de si mesma.
Por toda a vida procurando alguém como ela. Mas sem nunca olhar para cima.
Por medo.
Medo de si, medo de todos.
Assim como eu.
No campo vivia uma garota sozinha. Sozinha como eu era só.
Isso me assustava.
Deslocada, como eu, vivia em medo.
Medo de si, medo de todos.
Caminhando só pela rua recebia olhares e cochichos de reprovação. Já se acostumara.
Seus fones, seus melhores amigos, a acompanhavam.
Se escondendo em si mesma, de si mesma.
Por toda a vida procurando alguém como ela. Mas sem nunca olhar para cima.
Por medo.
Medo de si, medo de todos.
Assim como eu.
sábado, março 29, 2008
Ana
Capítulo Um
Numa fictícia cidade vivia uma fictícia garota. Garota essa que era conhecida não pelo seu nome, mas pelo apelido que havia adquirido.
"O Terror de Fictícia" é como eles a chamavam.
Não era a garota mais bela, mas até a mais bela das garotas se envergonhava ao seu lado. Uma aura emanava dela, uma aura angelical.
Não havia uma única pessoa que não havia tido seu coração partido por ela. Não havia uma única pessoa que não se apaixonava ao vê-la. Homem ou mulher, adulto ou criança.
Ela permanecia impassível a frente de cada pretendente, diante de cada proposta, pois ela mesma tinha o próprio coração partido.
Todos os dias a história se repetia, todos os dias eram iguais.
Ao por os pés nas ruas ela era seguida, ao por os pés na rua alguém saia ao seu encalço a cortejá-la.
Cada dia um pedido de casamento, cada dia uma recusa.
Cada dia a desejar que a pessoa certa viesse procura-la.
Ele nunca vinha.
Ela esperava.
Numa fictícia cidade vivia uma fictícia garota. Garota essa que era conhecida não pelo seu nome, mas pelo apelido que havia adquirido.
"O Terror de Fictícia" é como eles a chamavam.
Não era a garota mais bela, mas até a mais bela das garotas se envergonhava ao seu lado. Uma aura emanava dela, uma aura angelical.
Não havia uma única pessoa que não havia tido seu coração partido por ela. Não havia uma única pessoa que não se apaixonava ao vê-la. Homem ou mulher, adulto ou criança.
Ela permanecia impassível a frente de cada pretendente, diante de cada proposta, pois ela mesma tinha o próprio coração partido.
Todos os dias a história se repetia, todos os dias eram iguais.
Ao por os pés nas ruas ela era seguida, ao por os pés na rua alguém saia ao seu encalço a cortejá-la.
Cada dia um pedido de casamento, cada dia uma recusa.
Cada dia a desejar que a pessoa certa viesse procura-la.
Ele nunca vinha.
Ela esperava.
quarta-feira, março 12, 2008
WTF??
terça-feira, março 11, 2008
Top´s
Top Dias da Semana:
Sábado.
Sexta.
Domingo.
Quarta.
Quinta.
Terça.
Segunda.
Top Meses do Ano:
Janeiro.
Outubro.
Julho.
Dezembro.
Fevereiro.
Novembro.
Junho.
Setembro.
Maio.
Abril.
Agosto.
Março.
Top Estações do Ano:
Inverno.
Verão.
Primavera.
Outono.
Top Regiões do Brasil:
Sudeste.
Sul.
Nordeste.
Centro-Oeste.
Norte.
Top Cidades (Em que Eu Morei):
São Paulo.
Bauru.
Campinas.
Top Cidades (Em que Eu Gostaria de Morar):
Londres.
Curitiba.
Glasgow.
Cingapura.
Top Períodos do Dia:
Noite.
Tarde.
Manhã.
Sábado.
Sexta.
Domingo.
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Terça.
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domingo, março 02, 2008
+ Filmes ou The Dark of the Matine
Melhorou um pouco. Muito pouco. 14 no mês, 24 no ano.
Flashback:
"Os filmes estão na ordem em que foram assistidos [...] e acompanhados de uma classificação que vai de uma (*) a cinco (*****) estrelas. Essa classificação é apenas um indicativo de quanto eu gostei do filme, não é nem de longe uma análise. Alguns filmes vem acompanhados do símbolo #, isso quer dizer que foi a primeira vez que eu o assisti, e os que possuem refilmagens ou mais de uma versão estão seguidos da data da versão assistida.Os filmes que eu assisti mais de uma vez esse ano foram colocados apenas uma vez."
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Eu os Declaro Marido e... Larry ** #
Os Anos JK - Uma Trajetória Política *** #
Antes do Amanhecer *****
Antes do Pôr-do-Sol *****
Fonte da Vida *****
A Creche do Papai * #
Os Suspeitos ****
O Silêncio dos Inocentes *****
A Rainha **** #
O Mundo Perdido - Jurassic Park ***
Vênus ***** #
Pequena Miss Sunshine *****
Aliens vs. Predador 2 * #
Onde os Fracos Não Tem Vez ***** #
Flashback:
"Os filmes estão na ordem em que foram assistidos [...] e acompanhados de uma classificação que vai de uma (*) a cinco (*****) estrelas. Essa classificação é apenas um indicativo de quanto eu gostei do filme, não é nem de longe uma análise. Alguns filmes vem acompanhados do símbolo #, isso quer dizer que foi a primeira vez que eu o assisti, e os que possuem refilmagens ou mais de uma versão estão seguidos da data da versão assistida.Os filmes que eu assisti mais de uma vez esse ano foram colocados apenas uma vez."
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terça-feira, fevereiro 26, 2008
O Sonho
É possível um sonho resolver os seus problemas?
Ontem eu tive um sonho que pode ser descrito no mínimo como depurante, purificador.
No sonho eu finalmente pude dizer tudo aquilo que eu gostaria e precisava. Eu finalmente pude ter a discussão que eu não tive a coragem de iniciar, mas que me consumia.
Foi um sonho longo que aos poucos escalou de pueril a um dos mais complexos e significativos que eu já tive. E o fato de que ele, em seus principais momentos, se limitou a uma conversa entre duas pessoas em um corredor apertado deixa tudo ainda melhor.
O ambiente claustrofóbico era mais que uma metáfora e podia ser sentido com algo real.
E analisando-o agora eu posso perceber mais pequenos detalhes do tipo, como quando em determinado momento eu era separado da minha interlocutora por uma grade ou a maneira com que eu fui colocado em um estado fisicamente vulnerável.
Mas no fim das contas esse ainda sim seria um sonho comum se não fosse a discussão final ou, como eu gosto de dizer, o confronto. Ela ocorreu sem gritos ou exaltações, apesar da raiva crescente, e passamos a maior parte do tempo abraçados.
Até que chegamos a um ponto insustentável em que eu estourei e disse, calma e pausadamente, tudo aquilo que estava na minha cabeça e não conseguia expressar.
Então eu simplesmente virei as costas e saí andando. Mas antes que eu terminasse o segundo passo, na melhor parte do sonho, eu me virei e disse "Ah, e vai se fuder!"
Foi quando eu acordei.
Eu acordei me sentindo bem como há muito tempo não me sentia. Acordei em estado de graça, rindo.
O sonho havia servido para resolver tudo aquilo que aguardava resolução entre essa pessoa e eu. E de uma hora para outra eu parei de sentir tudo aquilo que sentia por ela, o que incluía uma boa parte de mágoa e ressentimento.
Agora não há simplesmente nada, apenas um vazio.
É óbvio que nada é perfeito e com o tempo eu vou passar a ressentir esse vazio, mas isso é outra história.
Ontem eu tive um sonho que pode ser descrito no mínimo como depurante, purificador.
No sonho eu finalmente pude dizer tudo aquilo que eu gostaria e precisava. Eu finalmente pude ter a discussão que eu não tive a coragem de iniciar, mas que me consumia.
Foi um sonho longo que aos poucos escalou de pueril a um dos mais complexos e significativos que eu já tive. E o fato de que ele, em seus principais momentos, se limitou a uma conversa entre duas pessoas em um corredor apertado deixa tudo ainda melhor.
O ambiente claustrofóbico era mais que uma metáfora e podia ser sentido com algo real.
E analisando-o agora eu posso perceber mais pequenos detalhes do tipo, como quando em determinado momento eu era separado da minha interlocutora por uma grade ou a maneira com que eu fui colocado em um estado fisicamente vulnerável.
Mas no fim das contas esse ainda sim seria um sonho comum se não fosse a discussão final ou, como eu gosto de dizer, o confronto. Ela ocorreu sem gritos ou exaltações, apesar da raiva crescente, e passamos a maior parte do tempo abraçados.
Até que chegamos a um ponto insustentável em que eu estourei e disse, calma e pausadamente, tudo aquilo que estava na minha cabeça e não conseguia expressar.
Então eu simplesmente virei as costas e saí andando. Mas antes que eu terminasse o segundo passo, na melhor parte do sonho, eu me virei e disse "Ah, e vai se fuder!"
Foi quando eu acordei.
Eu acordei me sentindo bem como há muito tempo não me sentia. Acordei em estado de graça, rindo.
O sonho havia servido para resolver tudo aquilo que aguardava resolução entre essa pessoa e eu. E de uma hora para outra eu parei de sentir tudo aquilo que sentia por ela, o que incluía uma boa parte de mágoa e ressentimento.
Agora não há simplesmente nada, apenas um vazio.
É óbvio que nada é perfeito e com o tempo eu vou passar a ressentir esse vazio, mas isso é outra história.
domingo, fevereiro 24, 2008
Mais do Mesmo
Daqui a pouco tem a entrega do Oscar.
Mais uma vez eu vou assistir, mais uma vez eu vou me enraivecer, mais uma vez eu vou reclamar, xingar, falar mal do comentarista, dos apresentadores, dos premiados, dos discursos e, principalmente, da tradução simultânea.
Mais uma vez, cinco minutos depois do fim, eu vou chegar à conclusão que esse é um prêmio idiota que já não tem mais nenhuma relevância.
Mais uma vez eu vou prometer nunca mais assistir a essa porcaria, ou me preocupar com quem for indicado e/ou premiado.
Só para o ano que vem eu fazer tudo de novo.
E é assim com todo mundo.
Sempre.
Mais uma vez eu vou assistir, mais uma vez eu vou me enraivecer, mais uma vez eu vou reclamar, xingar, falar mal do comentarista, dos apresentadores, dos premiados, dos discursos e, principalmente, da tradução simultânea.
Mais uma vez, cinco minutos depois do fim, eu vou chegar à conclusão que esse é um prêmio idiota que já não tem mais nenhuma relevância.
Mais uma vez eu vou prometer nunca mais assistir a essa porcaria, ou me preocupar com quem for indicado e/ou premiado.
Só para o ano que vem eu fazer tudo de novo.
E é assim com todo mundo.
Sempre.
sábado, fevereiro 23, 2008
sexta-feira, fevereiro 22, 2008
Isn't Everything Autobiographical? Vol. 2
Eu passei um bom tempo lamentando que eu nunca poderia por em prática a idéia de livro que eu tive.
Tudo bem que ela não seja tão incrível assim, mas eu gostei bastante dela e achei que seria algo interessante com o que se trabalhar. Mesmo sabendo que isso seria só um projeto para o futuro (Ele ainda não tem final e provavelmente não chegou nem na metade!).
Mas eu já havia me conformado em não escrever.
Isso até que eu vi Desejo e Reparação.
Depois de ver o filme me deu uma vontade louca de escrever, ainda que ele continue impublicável.
Será que um dia sai?
----------------
Now playing: Radiohead - Idioteque
via FoxyTunes
Tudo bem que ela não seja tão incrível assim, mas eu gostei bastante dela e achei que seria algo interessante com o que se trabalhar. Mesmo sabendo que isso seria só um projeto para o futuro (Ele ainda não tem final e provavelmente não chegou nem na metade!).
Mas eu já havia me conformado em não escrever.
Isso até que eu vi Desejo e Reparação.
Depois de ver o filme me deu uma vontade louca de escrever, ainda que ele continue impublicável.
Será que um dia sai?
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Now playing: Radiohead - Idioteque
via FoxyTunes
quinta-feira, fevereiro 21, 2008
Reparação
É raro ver um filme ter o final que realmente deveria.Quase todos tem aquele mesmo happy end hollywoodiano de sempre.
Vários filme já foram estragados pela estupidez dos estúdios, ou dos próprios cineastas, ao simplesmente enfiar um final totalmente fora do exigido pela história em troca de uma simples pseudo-satisfação do espectador.
Então quando se vê um filme que tem coragem o suficiente para trazer a conclusão que merece devemos aplaudi-lo e prestigiá-lo.
Ainda mais quando ele é efetivamente reconhecido não só pela crítica, mas também pelo público e pelas premiações mais ignorantes como o Oscar.
Principalmente num ano em que todos os cinco indicados à melhor filme tem finais no mínimo ambíguos.
Se eu já havia me surpreendido com o fim de Juno eu fiquei ainda mais chocado com o fim de Desejo e Reparação, os dois únicos indicados que eu vi até agora.
Não que ele seja completamente imprevisível, muito pelo contrário, eu já esperava por ele desde a metade do filme.
O que choca na verdade é a coragem que eles tiveram em realmente usa-lo.
Seria muito mais fácil simplesmente colocar um finalzinho feliz e sem sal que deixaria os fãs de romances baratos mais do que satisfeitos. E é justamente isso que você acha que vai acontecer em um determinado momento.
Até cinco minutos antes do fim eu já estava decepcionado com rumo que o filme parecia tomar só para ser surpreendido no último momento com o final merecido.

E já que eu estou falando do filme não tem como deixar de mencionar a excepcional trilha sonora criada por Dario Marianelli, o mesmo de V de Vingança, que é um dos seus pontos altos.
Assistam se ainda der tempo, esse definitivamente não é apenas um indicado menor.
E se for eu não vejo a hora de assistir a Sangue Negro e a Onde os Fracos Não Têm Vez.
quarta-feira, fevereiro 20, 2008
Isn't Everything Autobiographical?
Melhor final da história. Sim ou não.
Celine: Baby, you are gonna miss that plane.
Jesse: I know.
Só porque eu tive uma idéia incrível para um livro que eu nunca vou escrever. E mesmo que escreva nunca poderia publicar.
Assim é a vida.
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Now playing: The Strokes - New York City Cops
via FoxyTunes
Celine: Baby, you are gonna miss that plane.
Jesse: I know.
Só porque eu tive uma idéia incrível para um livro que eu nunca vou escrever. E mesmo que escreva nunca poderia publicar.
Assim é a vida.
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Now playing: The Strokes - New York City Cops
via FoxyTunes
terça-feira, fevereiro 19, 2008
Timing Vol. 2
E falar depois é pior ainda.
Muito pior, terrivelmente pior.
Dica: Entre te odiarem por não falar nada e te odiarem por falar a verdade opte sempre pela primeira opção.
É bem melhor que seja por não falar.
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Now playing: Weezer - Falling For You
via FoxyTunes
Muito pior, terrivelmente pior.
Dica: Entre te odiarem por não falar nada e te odiarem por falar a verdade opte sempre pela primeira opção.
É bem melhor que seja por não falar.
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Now playing: Weezer - Falling For You
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segunda-feira, fevereiro 18, 2008
Timing
Qual o problema comigo?
É tão difícil assim dizer as coisas que eu preciso dizer?
E quando eu preciso dizer?
Porque 10 minutos depois já não adianta.
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Now playing: The Arcade Fire - No Cars Go
via FoxyTunes
É tão difícil assim dizer as coisas que eu preciso dizer?
E quando eu preciso dizer?
Porque 10 minutos depois já não adianta.
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Now playing: The Arcade Fire - No Cars Go
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domingo, fevereiro 17, 2008
A Hora Extra
Os moradores do Sul, Sudeste e Centro-Oeste tiveram devolvidos hoje a hora que lhes foi ceifada no início do (maldito) horário de verão.
Depois de sermos obrigados a amargar um fim-de-semana de 47 horas agora pudemos gozar de um de 49.
A hora abduzida todos pagam da mesma maneira, com horas e horas de sono perdido e muita dificuldade.
Mas e a hora ganha?
Como vocês gastaram essa hora a mais?
E o mais importante: Se ninguém lê isso aqui com para quem eu estou perguntando??
Eu mesmo gastei muito bem, com pizza fria com coca-cola e um banho extra.
Não creio que haja coisa melhor.
Tirando, é claro, a óbvia situação em que esse banho, ainda não me decidi quanto à pizza, seja acompanhado de uma pessoa do sexo oposto, ou do mesmo sexo para quem goste.
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Now playing: Art Brut - Emily Kane
via FoxyTunes
Depois de sermos obrigados a amargar um fim-de-semana de 47 horas agora pudemos gozar de um de 49.
A hora abduzida todos pagam da mesma maneira, com horas e horas de sono perdido e muita dificuldade.
Mas e a hora ganha?
Como vocês gastaram essa hora a mais?
E o mais importante: Se ninguém lê isso aqui com para quem eu estou perguntando??
Eu mesmo gastei muito bem, com pizza fria com coca-cola e um banho extra.
Não creio que haja coisa melhor.
Tirando, é claro, a óbvia situação em que esse banho, ainda não me decidi quanto à pizza, seja acompanhado de uma pessoa do sexo oposto, ou do mesmo sexo para quem goste.
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Now playing: Art Brut - Emily Kane
via FoxyTunes
sábado, fevereiro 16, 2008
Crazy Google?
Por algum motivo as pessoas pararam de chegar ao meu blog usando expressões de busca bizarras.
Simplesmente ninguém mais chega aqui pelo google.
E quando chegam ou é pesquisando coisas normais ou as mesmas que eu já publiquei.
Mas ainda sim o tráfego googlístico aumentou.
Desde que eu comecei a (finada) série Gaining Whatever todo dia pelo menos uma pessoa, normalmente mais, chega até aqui pesquisando no google images.
Quase todos atrás de fotos da Sally Mann.
Algo me diz, porém, que não é pela qualidade artística delas.
Mesmo porque toda semana pelo menos uma pessoa chega aqui pesquisando por "flogs de pedofilia". E agora isso provavelmente vai subir para dois.
Qual o problema com essas pessoas?
Crazy Google ou Crazy People?
----------------
Now playing: Camera Obscura - Country Mile
via FoxyTunes
Simplesmente ninguém mais chega aqui pelo google.
E quando chegam ou é pesquisando coisas normais ou as mesmas que eu já publiquei.
Mas ainda sim o tráfego googlístico aumentou.
Desde que eu comecei a (finada) série Gaining Whatever todo dia pelo menos uma pessoa, normalmente mais, chega até aqui pesquisando no google images.
Quase todos atrás de fotos da Sally Mann.
Algo me diz, porém, que não é pela qualidade artística delas.
Mesmo porque toda semana pelo menos uma pessoa chega aqui pesquisando por "flogs de pedofilia". E agora isso provavelmente vai subir para dois.
Qual o problema com essas pessoas?
Crazy Google ou Crazy People?
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Now playing: Camera Obscura - Country Mile
via FoxyTunes
sexta-feira, fevereiro 15, 2008
De Ócio, Poemas e Desespero
O que a falta do que postar não faz conosco?
Eu já acho tudo o que eu escrevo ruim e terrivelmente estranho.
Poemas são piores.
Não que eu escreva poemas, mas por três vezes na minha vida eu não pude resistir.
Um deles, inclusive, durante uma aula particularmente entediante.
Não que aulas já não sejam entediantes por definição.
Mas como não há nada melhor eu publico o último que escrevi.
Eu nunca nem me incomodei em pensar em um título para ele.
Sugestões serão aceitas, apenas para serem ignoradas logo em seguida.
Críticas serão ouvidas, mas só porque eu não tenho como evitar.
Elogios serão apreciados, mesmo que eu não vá acreditar neles.
------------------------
Pare, menina, de fazer sentir-me assim.
Pare, menina, de condenar-me à solidão.
Deixe-me viver como eu sempre quis.
Sozinho no meu canto e sem você.
Se só e sem te amar eu era feliz
Ser só mas te querer é uma tortura.
Amaldiçôo o dia em que te conheci
Mas não vivo um segundo sem você.
Eu já acho tudo o que eu escrevo ruim e terrivelmente estranho.
Poemas são piores.
Não que eu escreva poemas, mas por três vezes na minha vida eu não pude resistir.
Um deles, inclusive, durante uma aula particularmente entediante.
Não que aulas já não sejam entediantes por definição.
Mas como não há nada melhor eu publico o último que escrevi.
Eu nunca nem me incomodei em pensar em um título para ele.
Sugestões serão aceitas, apenas para serem ignoradas logo em seguida.
Críticas serão ouvidas, mas só porque eu não tenho como evitar.
Elogios serão apreciados, mesmo que eu não vá acreditar neles.
------------------------
Pare, menina, de fazer sentir-me assim.
Pare, menina, de condenar-me à solidão.
Deixe-me viver como eu sempre quis.
Sozinho no meu canto e sem você.
Se só e sem te amar eu era feliz
Ser só mas te querer é uma tortura.
Amaldiçôo o dia em que te conheci
Mas não vivo um segundo sem você.
quinta-feira, fevereiro 14, 2008
Belle and Sebastian
Meu gosto musical é muito sazonal. A cada hora eu estou gostando de algo e desgostando da última banda que eu amava.
Mesmo que isso sempre fique restrito ao mesmo gênero e ao mesmo punhado de bandas.
Quase nenhuma consegue ficar sempre entre as que eu mais escuto sem enjoar.
Todas as que ficam já renderam posts aqui, normalmente seguidas de um vídeo e vez ou outra seguida de uma sugestão do tipo "Escute isso, porra!!!"
Belle and Sebastian não.
Pelo menos não um decente.
Agora é a hora de eu reparar esse erro.
Então escute isso, porra!!!
Belle and Sebastian - The Blues Are Still Blue
Belle & Sebastian - The State I Am In
Belle and Sebastian - Piazza, New York Catcher
Mesmo que isso sempre fique restrito ao mesmo gênero e ao mesmo punhado de bandas.
Quase nenhuma consegue ficar sempre entre as que eu mais escuto sem enjoar.
Todas as que ficam já renderam posts aqui, normalmente seguidas de um vídeo e vez ou outra seguida de uma sugestão do tipo "Escute isso, porra!!!"
Belle and Sebastian não.
Pelo menos não um decente.
Agora é a hora de eu reparar esse erro.
Então escute isso, porra!!!
Belle and Sebastian - The Blues Are Still Blue
Belle & Sebastian - The State I Am In
Belle and Sebastian - Piazza, New York Catcher
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